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MAMOGRAFIA

 

PROCEDIMENTO PARA REALIZAÇÃO ESTEREOTAXIA

TESTE COM USO DO FÂNTOMA (PHANTON)

1- Este teste é utilizado tanto por profissionais da aplicação, e também pela(o) técnica(o) do serviço responsável pelo mamografo. Esse procedimento deve ser realizado pelo menos uma vez por mês para se assegurar que o equipamento esta ok para realização de procedimentos e também pelos Engenheiros para se certificar a acuracia do sistema.
 
2-  Ao realizar a estereotaxia o equipamento utiliza um cálculo de triangulação para encontrar a lesão e as coordenadas X,Y e Z é exatamente o encontro da lesão em relação ao bucky.
 
3- No computador do Estereotix a coordenada Z deve ser sempre maior que 25, isso é um cálculo de segurança e quer dizer que a lesão esta a 2,5 cm em relação ao bucky, caso esteja realizando uma Core biopsia, onde há o avanço da agulha para retirada do fragmento e este avanço esta a mais ou menos a 2.2 cm. Sua margem de segurança para chegar ao bucky então ao final do disparo será de 0.3 mm. Quanto menor este valor mais próxima do bucky estará e poderá desta maneira perfurar a mama na sua porção superior e inferior e também perfurar o bucky.

 

Esteriotaxia

Mamografo DMR + Ge

 

PROCEDIMENTO PARA REALIZAÇÃO ESTEREOTAXIA

 

1- Retirar o bucky, o compressor, e o protetor de rosto;

 

2- A fotocélula deve ser colocada em posição frontal 1 quando o estereotix estiver sendo usado;

 

 

3- Encaixe a alavanca e em seguida levante a bandeja de suporte de bucky;

 

 

 

 

 

 

 

4- Mantenha levantada a alavanca e ao mesmo tempo levante a bandeja até a altura de 510 MM ( marca azul);

 

O dispositivo de punção é uma peça destacável e que é usada presa ao mamografo no lugar da placa de ampliação.

 

 

5- Encaixar o estereotix no mamografo;

 

 

6- Prender o estereotix ao aparelho usando as presilha pretas;

 

 

A parte mais larga como mostrada na Imagem 1 .

E na Imagem 2 o sentido do posicionamento do fântoma, parte mais larga pra tras.

 

 

7- Posicionar o fântoma (Simulador de Mama) com a parte mais larga para tras, ajustar o quadrado do fântoma com o quadrado do compressor;

 

 

A parte mais larga para tras, ajustar o quadrado do fântoma com o quadrado do compressor.

 

 

 

8- Comprimi-lo suavemente para não danificar o compressor;

 

9- Afastar a coordenada "Y "para tras, para não aparecer no campo na imagem;

 

Movimenta o tubo para os lados em ângulos de -15º+15º e -27º +27º os ângulos de inclinação são mostrados quando for feito o movimento de angulação do braço.

 

 

Movimenta o tubo para os lados em ângulos de -15º+15º e -27º +27º

 

 

Colocação do chassi no porta filme.

10- Não esquecer que os chassis deverão ser bem empurrados até encostarem nas presilhas do estereotix;

11- Fazer a primeira exposição, colocando o tubo com angulação de 15º. Observação a movimentação do chassi deve ser acompanhada pelo sentido da movimentação do tubo. Ou seja tubo 15º para direita chassi empurrado para o lado D;

12- Fazer a segunda exposição, colocando o tubo com angulação de 15º. Observação a movimentação do chassi deve ser acompanhada pelo sentido da movimentação do tubo. Ou seja tubo 15º para esquerda chassi empurrado para o lado E;

Observação:

De +15º a -15° para tirar chapas estereoscópicas.

De +27º a -27º para instalar a agulha (a exposição é inibida)

 

 

13- Disparo do raios X com técnica manual +- 25 Kv / 45 mAs;

 

 

14- Ligar o sistema;

 

 

15- Revelar o filme e depois colocá-lo no computador (visor);

 

 

Imagens 17,18- Cursores pra alinhamento das coordenadas.

 

 

16- Alinhar a linha horizontal do computador com as linhas do "T Invertido", também alinhar as linhas dos cursores com o 'T Invertido";

 

 

 

17- Assegura que a" lesão" esteja dentro do "T Invertido";

 

 

18- Resetar o sistema 5;

19- Colocar zerar o sistema 6;

 

 

Coordenadas zeradas para iniciar a localização da lesão.

 

 

 

Localizando a lesão

20- Ajustar os cursores no centro da lesão;

 

 

21- Escolher o tamanho da agulha L1 ( Usado no teste com fântoma);

 

22- Os valores que aparecerão após a escolha da agulha na unidade de visualização deverão ser zerados usando os botões de ajustes das coordenadas do estereotix (X,Y,Z);

 

23- Colocar as buchas de número 0.9 ou 1.0 ou 1.2;

Observação as buchas utilizadas tanto nos testes com fântoma quanto agulhamento ou core biopsia devem ser devidamente esterelizadas para futuros procedimentos. Nós casos das agulhas devem ser devidamente descartadas depois de utilizadas uma unica vez.

 

24- Introduzir a agulha nas buchinhas. Caso após a localização da lesão ou do orifício (Fântoma) a agulha não seja devidamente introduzida no orifício do fântoma apresentando diferença em alguma das coordenadas. Essa diferença deverá ser anotada e passada para o médico para correção durante o procedimento com a mama;

No exemplo acima  o eixo Z está com descalibre de 0,6mm, está dentro do renge de segurança que vai até 1,8mm não há perigo de perda da lesão pois se for core- biópsia o avanço da agulha dependendo da pistola, é de 1,20 à 2,22 e se for marcação pré - cirurgica basta baixar o eixo Z mais 1 cm, que irá atingir a lesão.

 

 

Considerações

As buchas somente referem a que tamanho de agulha esta usando, a função é sempre utilizar a bucha especifica para cada agulha, pois assim ela passará rente ao orifício sem desfio da agulha

 

Veja as relações de buchas:

 
Agulha 21 gauge bucha 0.9 (agulhamento ou teste com phanton);
Agulha 20 gauge bucha 1.0 (agulhamento ou teste com phanton);
Agulha 14 gauge bucha 2.25 (core biopsia);
 
Para o teste com phanton pode ser utilizada tanto de 0.9 ou 1.0 (agulha 21 gauge ou 20 gauge).

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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