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ANATOMIA E POSICIONAMENTO

 

ROTAÇÃO NEUTRA DO OMBRO

(INCIDÊNCIA OBLÍQUA DO OMBRO)

Especial agradecimento a professora Neliane Moreira, monitora de prática radiológica no CEFORES- UFTM, pela a valiosa ajuda.

neutralindaa neutraradio

 

Incidência obtida com a rotação neutra do ombro, como aquela que é realizada na vítima de traumatismo quando as incidência em rotação não podem ser realizadas, geralmente posiciona-se os epicôndilos do úmero distal em um ângulo de cerca de 45º em relação ao chassi. Isso resulta em uma posição oblíqua do úmero situada a 45º quando a palma da mão está voltada para dentro, contra a coxa. A posição neutra é portanto intermédiaria entre as posições externa e interna, colocando o tubérculo maior anteriormente, mas ainda lateral em relação ao tubérculo menor.

Observação: A-Tubérculo maior, B- Tubérculo menor

Raio central:

  • O raio central deve estar orientado perpendicularmente ao chassi, direcionado para 2,5cm abaixo do processo coracóide.

Proteção: Proteja a região pélvica

 

INCIDÊNCIA AP DE OMBRO

ROTAÇÃO INTERNA

 

 

rotacoainterna

Obs: A colimação dos 4 lados é necessária e indispensável, a imagem acima o colimador se encontra aberto para melhor evidenciar a rotação interna do ombro

 

Obtenha a radiografia com o paciente em decúbito dorsal ou ereto ( A posição ortostática é geralmente menos dolorosa para o paciente se a condição o permitir). Rode o corpo um pouco na direção do lado afetado se necessário, para colocar o ombro em contato com o chassi ou com a tampa da mesa.

  • Posicionar o paciente de forma que a articulação escapuloumeral esteja no centro do chassi.
  • Abduza discretamente o braço estendido, então rode o braço internamente (mão em pronação) até que os epicôndilos do úmero distal estejam perpendiculares ao chassi.

Raio central:

  • O raio central deve estar orientado perpendicularmente ao chassi, direcionado para 2,5cm abaixo do processo coracóide.

DFoFi-1m

Proteja a região pélvica.

rotacaoexterna

 

 

 

INCIDÊNCIA AP DE OMBRO

ROTAÇÃO EXTERNA

 

 
ombroexternalindaexternalina

 

Obtenha a radiografia com o paciente em decúbito dorsal ou ereto ( A posição ortostática é geralmente menos dolorosa para o paciente se a condição o permitir). Rode o corpo um pouco na direção do lado afetado se necessário, para colocar o ombro em contato com o chassi ou com a tampa da mesa.

  • Posicionar o paciente de forma que a articulação escapuloumeral esteja no centro do chassi.
  • Abduza discretamente o braço estendido, então rode o braço externamente (mão em supinação) até que os epicôndilos do úmero distal estejam em paralelo com o chassi.

Raio central:

  • O Raio central deve estar perpendicular ao chassi, direcionado para 2,5 com abaixo do processo coracóide.

DFoFi-1m

Proteção: Proteja a região pélvica.

rotacoainternaombro

 

 

 

 

INCIDÊNCIA TANGENCIAL-SAÍDA SUPRA-ESPINHAL

OMBRO(TRAUMATISMO)

 

Método de Neer

 

neerlinda

 

 

 

Método de Neer com RC orientado 10ºa15º

 

Obtenha a radiografia com o paciente ereto ou em decúbito.

  • Com o paciente olhando para o chassi, rode-o para uma posição oblíqua anterior como para a incidência lateral escápular.
  • A maioria dos pacientes estará em uma posição 45º a 60º anterior. Palpe as bordas escapulares para determinar a rotação correta.
  • Centralize a articulação escapuloumeral em relação ao RC e ao centro do chassi.
  • Abduza discretamente o braço, de modo que não haja superposição da porção proximal do úmero sobre as costela; não tente rodar o braço.

Raio central:

  • O raio central necessita de um ângulo orientado de 10º a 15º caudalmente, centralizado posteriormente, de modo a passar através da margem superior da cabeça do úmero.

DFoFil- 1m

Obs: Segundo o Livro Técnicas Radiológicas de Antonio Biasoli, a incidência de Neer é também conhecida como Incidência de Lamy, e segundo a bibliografia o raio central pode incidir perpendicular.

Proteção: Proteja a região pélvica.

Neer

 

 

Imagem gentilmente cedida pelo Técnico Marcos Soares Barbalho - UFTM

 

INCIDÊNCIA LATERAL

Transtorácica

 

 

 

Radiografia pode ser realizada em ortostático ou decúbito dorsal, para avaliação da porção proximal do úmero.

  • Coloque o braço afetado ao lado do corpo do paciente em rotação neutra.
  • Eleve o braço oposto e coloque a mão na cabeça.

Raio central:

  • perpendicular ao chassi, direcionado abaixo da axila.

DFofil- 1m

 

Proteção: Proteja a região pélvica.

 

INCIDÊNCIA COMPLEMENTARES PARA OMBRO

 

playmagem Grupo Playmagem

Fonte:www.playmagem.com.br

ombro

 

 

Inclinação Caudal 30º-Rockwood- Frente simples sem correção da anteversão da cavidade glenóide e com inclinação caudal da ampola de 30º.

Zanca- Inclinação cranial de 20°, essa incidência e importante para a avaliação da articulação acromioclavicular, pois a inclinação cranial elimina a sobreposição da parte posterior do acrômio.

garth

Perfil axilar-(Thomas)- E feita com o paciente sentado ou deitado, com a placa colocada sobre os ombros, e a ampola na direção axilar

 

Perfil de Escapula-(Mc Laughlin modificado por Bigliani),também chamado de axial de escapula, feito com o paciente em pé ou sentado. Quando for posicionado a ampola deve ter a mesma direção da espinha da escapula e uma inclinação de 15° a 25°, (variando com o grau da cifose)

strike

 

 

Apical oblíqua(Garth)- Semelhante a incidência de frente, corrigida com rotação interna, mais com ampola inclinada a 45º no sentido caudal.

Incidência Striker - Frente simples com o paciente colocando sua mão no pescoço, portanto com o braço elevado e em rotação interna. O cotovelo deve apontar para a ampola. Mostra bem a lesão Hill-Sacks

 

westpoint

 

 

West Point- Feita com o paciente deitado em decubito ventral. O ombro é apoiado sobre um pegueno coxim, com o braço abduzido a 90º, e a mão pendendo para baixo, na borda da mesa de exame. A placa é colocada por cima do ombro e a ampola entra pela axila, com 25º de abdção em relação a linha média do paciente e inclinação caudal de 25º.

"Velpeau View(Bloom & Obata)- È uma forma modificada do perfil axilar, utilizadas naqueles pacientes que tem os membros inferiores imobilizados após uma redução cirurgica.

Proteção: Proteja a região pélvica

Fonte: http://www.rbo.org.br/pdf/1998_nov_04.pdf

INCIDÊNCIA AXILAR

 

axilar

 

 

Colocar o paciente sentado ao lado da mesa de exame com o braço abduzido, de modo que a axila fique posicionada sobre o chassi.

Raio central: E angulado de 5º a 10º na direção do cotovelo, e o raio central é direcionado através da articulação do ombro.

 

axilardeombro

 

 

 

PERFIL GLENOIDIANO

Incidência de Bernageau

È utilizada como complementar no estudo radiográfico da escápula, indicada para estudo da cabeça e colo da escápula.

Posição do paciente- O paciente deve estar preferencialmente em posição ortostática (em pé), com a região anterior do tórax em contato com o bucky vertical. O paciente deve rodar o corpo para o lado oposto da escápula a ser radiográfada até que ela esteja posicionada em perfil em relação ao bucky vertical (ou mesa). A superfície anterior do tórax forma um ângulo aproximado de 45º com o bucky vertical (ou mesa).

Posição do braço do paciente (Fig. 14.150)- O membro superior do lado a ser examinado deve estar estendido e posicionado para cima (em direção á cabeça). A escápula deve estar em perfil, alinhada com a linha central do bucky vertical (ou da mesa).

RC - Incide com uma inclinação de aproximadamente 30º podálicos em relação ao filme radiográfico, na topografia do meio da escápula.

Fig-14.150 e Fig 14.151

Posicionamento do paciente para a radiográfia da escápula em perfil glenoidiano - Radiografia da escápula em perfil glenoidiano

Fonte: Técnicas Radiográficas- Biasoli

 

 

COTOVELO

AP DO COTOVELO

cotoas

 

 

AP DO COTOVELO (EXTENSÃO COMPLETA)

Estender o cotovelo, e supinar a mão e alinhar o braço e o antebraço ao longo do filme. Centralizar a articulação do cotovelo em relação ao centro do filme.

Raio central:

  • Perpendicular ao filme direcionado para a porção média da articulação do cotovelo.

DFoFi = 1m

 

Proteção: Proteja a região pélvica.

 

 

 

 

LATERAL DO COTOVELO

 

perfilpunhopronto

 

 

 

LATERAL DO COTOVELO - (Cotovelo fletido a 90º)

Alinhar o eixo longitudinal do antebraço com o eixo longitudinal do filme. Centralizar a articulação do cotovelo em relação ao raio central e ao centro do filme. Abaixar o ombro até que o úmero e o antebraço estejam no mesmo plano horizontal.

Raio central:

  • Perpendicular ao filme direcionado para a porção média da articulação do cotovelo, 4 cm medial á superfície posterior do processo olecraniano que é facilmente palpada.

DFoFi = 1m

Proteção: Proteja a região pélvica

 

 

lateral

 

 

 

INCIDÊNCIA OBLÍQUA COTOVELO

 

(Rotação Interna)

 

 

obliquacotovelo

 

 

Paciente com o braço completamente estendido, e o ombro e o cotovelo no mesmo plano. Alinhar o braço e o cotovelo ao eixo longitudinal do filme. Centralizar a articulação do filme em relação ao raio central. Posicionar o paciente com a palma da mão para baixo e girar o braço conforme necessário até que a porção distal do úmero e a superfície anterior do cotovelo estejam rodados a 45º.

Raio central:

  • Perpendicular ao filme direcionado para a porção media da articulação do cotovelo.

 

 

 

 

 

INCIDÊNCIA OBLÍQUA COTOVELO

(Rotação Externa)

 

rotacaoexternaco

 

Sentar o paciente na extremidade da mesa, com o braço em extensão completa e o ombro e o cotovelo no mesmo plano horizontal (abaixar o ombro conforme necessário).

 

  • Alinhar o braço e o antebraço ao eixo longitudinal da porção do filme que está sendo exposta.
  • Centralizar a articulação do cotovelo ao RC e a porção do filme que está sendo exposta.
  • Supinar a mão e rodar lateralmente o braço inteiro para que a porção distal do úmero e a superfície anterior da articulação do cotovelo estejam aproximadamente a 45º do chassi. ( O paciente precisa inclinar-se lateralmente para a rotação lateral suficiente do braço). Palpar os epicôndilos para determinar aproximadamente rotação de 45º da porção distal do úmero.

Raio central:

  • Raio central perpendicular ao filme, direcionado para a porção média da articulação do cotovelo (um ponto aproximadamente 2cm, distal ao ponto médio da linha entre os epicôndilos, como visualizado pelo tubo de raios X).

DFoFil- 1m

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

 

 

 

MÉTODO DE COYLE PARA CABEÇA DO RÁDIO

 

Cabeça do Rádio

 

cabecaradio cabecalinda

 

cabecalindab

 

Posição ortostática para a cabeça do rádio - Flexionado a 90º

 

Sentar ao paciente na extremidade da mesa, ou decúbito dorsal ou ereto.

  • Cotovelo fletido apenas a 90°, se possível; mão pronada, com o antebraço apoiado sobre o seu lado ulnar. O polegar apontado pra cima.
  • RC direcionado a um ângulo de 45º em direção ao ombro, centralizado na cabeça do rádio (porção média da articulação do cotovelo).

DFoFil- 1m

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

 

MÉTODO DE COYLE PARA PROCESSO CORONÓIDE

 

coronoidelinda esquema

Posicão ortostática para o processo coronóide- flexionado a 80°

 

  • Cotovelo fletido apenas 80º da posição estendida (porque mais de 80º poder obscurecer o processo coronóide), e mão pronada.
  • RC em ângulo de 45º do ombro, para a porção média da articulação do cotovelo.

DFoFil- 1m

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

 

Método de Coyle

Processo Coronóide

(Traumatizado)

 

processocoronoide

 

 

CABEÇA DO RÁDIO- Decúbito dorsal, ângulo de 45º, para a cabeça do rádio - flexionado a 90°.

PROCESSO CORONÓIDE- Decúbito dorsal, ângulo de 45º para o processo coronóide - flexionado a 80º.

esquemaradio

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

 

PROCESSO OLECRANIANO

Método de Jones

olecranoboa distaljones

Para a porção distal do úmero - RC perpendicular ao úmero

 

 

 

Porção distal do úmero

 

Sentar o paciente na extremidade da mesa, com o braço agudamente fletido apoiado sobre o chassi.

  • Alinhar a centralizar o úmero em relação ao eixo longitudinal do filme, com o antebraço agudamente fletido e as pontas dos dedos apoiados no ombro.
  • Ajustar o chassi para centralizar a região da articulação do cotovelo ao centro do filme.
  • Palpar os epicôndilos e assegurar que eles estejam na mesma distância do chassi para evitar rotação.

Raio central:

  • Porção distal do úmero: Raio Central perpendicular ao filme e úmero, direcionado a um ponto médio entre os epicôndilos.

DFoFil- 1m

 

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

 

PARA ANTEBRAÇO PROXIMAL

 

metodojones

Para o antebraço proximal- RC perpendicular ao antebraço

Sentar o paciente na extremidade da mesa, com o braço agudamente fletido apoiado sobre o chassi.

  • Alinhar a centralizar o úmero em relação ao eixo longitudinal do filme, com o antebraço agudamente fletido e as pontas dos dedos apoiados no ombro.
  • Ajustar o chassi para centralizar a região da articulação do cotovelo ao centro do filme.
  • Palpar os epicôndilos e assegurar que eles estejam á mesma distância do chassi para evitar rotação.

Raio central:

  • Antebraço proximal: Raio central perpendicular ao antebraço (posicionando o raio central no ângulo necessário), direcionado a um ponto aproximadamente 5 cm proximal ou superior ao processo olecraniano.

DFoFil- 1m

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

 

Antebraço proximal

 

 

INCIDÊNCIA AXIAL PÓSTERO ANTERIOR

 

 

olecranoperfeita

Palma da mão para cima (supinação)

 

 

INCIDÊNCIA AXIAL (PIERQUIU)

 

Fonte: Técnicas Radiográficas - Princípios Radiográficas , Anatomia Básica e Posicionamento
1ª Edição- 2003  Rubio Editora- Antonio Biasoli Jr. Os dados utilizados, forão autorizados pelo autor.

Também denominada incidência axial com raio inclinado, ou incidência de Pierquiu, essa incidência é utilizada como complementar, no estudo radiográfico do cotovelo, indicada no estudo de fraturas articulares. O paciente deve permanecer imóvel durante a realização da incidência.

Posição do paciente (fig 14.114): O paciente deve estar sentado próximo á extremidade da mesa bucky, como cotovelo flexionado a 45º (o antebraço forma um ângulo de 45º com o braço) e a superfície superior do braço apoiada sobre a mesa.

Posição do cotovelo do paciente: O cotovelo deverá estar posicionado com a sua superfície posterior apoiada sobre o chassi.

Raio central: Incide perpendicular a superfície posterior do antebraço (inclinado em relação ao filme radiográfico), entrando a aproximadamente 2cm acima da extremidade distal do olegrano).

 

Fig.14.114 - Posicionamento do paciente para a radiografia em axial de cotovelo -- Fig.14.115 - Radiografia do cotovelo em axial

Obs: Está radiografia também pode ser realizada com o posicionamento invertido, ou seja, com a superfície posterior do antebraço em contato com o chassi e raio central entrando na superfície posterior do braço.

DFoFil- 1m

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

 

 

INCIDÊNCIA PARA TÚNEL CUBITAL

 

tunelcubital

tunellegal

 

 

ANTEBRAÇO

 

antebracolinda

Abaixar o ombro para posicionar todo o membro superior no mesmo plano horizontal. Alinhar e centralizar o antebraço em relação ao eixo maior do filme, incluir as duas articulações (cotovelo e punho).

Raio central:

  • direcionando perpendicular para a porção média do antebraço.

DFoFi- 1m

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

 

 

INCIDÊNCIA LATERAL -LÁTERO MEDIAL-ANTEBRAÇO

 

 

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Abaixar o ombro para posicionar todo o membro superior no mesmo plano horizontal. Alinhar e centralizar o antebraço em relação ao eixo maior do filme, incluir as duas articulações (cotovelo e punho). Girar a mão e o punho para uma posição lateral verdadeira e apoiar a ulna estejam diretamente superpostos.

Raio central:

  • direcionando perpendicular para a porção média do antebraço.

OBS: Para antebraços musculosos, colocar um apoio embaixo da mão e do punho, conforme necessário, para posicionar o rádio e a ulna paralelos ao filme.

perfilantebraco

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

 

PA DE MÃO

 

 

maootima

Incidência PA: Mão

Sentar o paciente na extremidade da mesa com o cotovelo fletido a quase 90° e a mão e o antebraço apoiados na mesa.

  • Mão pronada com a superfície palmar apoiada no chassi; abrir os dedos ligeiramente.
  • Alinhar o eixo maior da mão e o antebraço com o eixo maior da porção do filme que está sendo exposta.
  • Centralizar a mão e o punho em relação á metade desprotegida do filme.

Raio central:

  • RC perpendicular ao filme, direcionado á terceira articulação MCF.

DFoFi - 1m

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

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INCIDÊNCIA PA OBLÍQUA DA MÃO

 

maolinda

 

 

Sentar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo fletido quase a 90º e a mão e o antebraço apoiados na mesa.

  • Pronar a mão sobre o chassi: centralizar e alinhar o eixo maior da mão em relação ao eixo maior da porção do filme que esta sendo exposta.
  • Girar a mão e o punho inteiros lateralmente a 45º.

Raio central:

  • Raio central perpendicular ao filme, direcionado para a segunda articulação MCF.

DFoFil- 1m

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

obliquamao

 

 

 

PERFIL DE MÃO

 

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Sentar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo fletido a 90º e a mão e o antebraço apoiados na mesa.

  • Girar a mão e o polegar para cima, para uma posição lateral verdadeira, com as articulações MCF da segunda a quinta centralizados para o filme e o RC.

Raio central:

  • Raio central direcionado ao filme, direcionado para a articulação MCF da segunda á quinta.

DFoFi- 1m

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

 

PUNHO PA

papunho

punhopa

Obs: Para melhor visulaizar os espaços intercarpais e a articluação do punho, uma incidência com a mão fechada poderá ser realizada

Sentar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo fletido quase a 90º e a mão e o punho apoiados na mesa, palma para baixo. Abaixar o ombro, de forma que o ombro, a mão e o punho estejam no mesmo plano horizontal.

  • Alinhar e centralizar o eixo maior da mão e punho em relação á porção do filme que esta sendo exposta, com a área do carpo centrada em relação ao raio central.
  • Com a mão pronada, arquear a mão ligeiramente para posicionar o punho e a área carpal em contato estreito com o chassi.

Raio central:

  • Raio central perpendicular ao filme, direcionado para a área média do carpo.

DFoFi- 1m

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas

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PUNHO LATERAL

 

punhoo
boa
punholinda

 

Sentar o paciente na extremidade da mesa, com mão e antebraço apoiados na mesa e o cotovelo fletido cerca de 90º. Posicionar o punho e a mão no chassi em posição lateral com o polegar para cima. Ombro, cotovelo e punho devem estar no mesmo plano horizontal.

  • Alinhar o centro da mão e do punho em relação ao eixo longo do filme.
  • Ajustar a mão e o punho em uma posição lateral verdadeira, com os dedos confortavelmente fletidos.

Raio central:

  • Raio central perpendicular ao filme, direcionado para a área média do carpo.

DFoFi- 1m

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas

 

MÉTODO DE KALLEN
Metodo de Kallen

Método de Kallen, utilizada para fratura dos metacarpos.

https://www.facebook.com/pages/Manipulateur-en-radiologie/126571547417915

 

FLEXÃO ULNAR DO PUNHO

 

flexaoulnar certo

 

Sentar o paciente na extremidade da mesa, com punho e mão sobre o chassi, palma para baixo, ombros, cotovelo e punho no mesmo plano horizontal.

  • Posicionar o punho como se fosse uma incidência PA - palma para baixo e punho alinhado ao centro do eixo maior da porção do filme que esta sendo exposta. Sem mover o antebraço, everta suavemente a mão(mover lateralmente em direção ao lado do 5º dedo) o tanto que o paciente possa tolerar sem levantar ou mover obliquamente o antebraço distal.

Raio central:

  • perpendicular para a área média do carpo.

DFoFi- 1m

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas

desvioulnar

 

FLEXÃO RADIAL DO PUNHO

 

flexaoradialpunho

Sentar o paciente na extremidade da mesa , com punho e mão sobre o chassi, palma para baixo, ombros, cotovelo e punho no mesmo plano horizontal.

  • Posicionar o punho como se fosse uma incidência PA - palma para baixo e punho alinhado ao centro do eixo maior da porção do filme que esta sendo exposta.
  • Sem mover o antebraço, everta suavemente a mão (mover medialmente em direção ao lado do polegar) o tanto que o paciente possa tolerar sem levantar ou mover obliquamente o antebraço distal.

 

Flexão Radial: depois de radiografada em flexão ulna, sem mover o antebraço, everta suavemente a mão (mover medialmente em direção ao lado do polegar.

Raio central: perpendicular para a área média do carpo.

DFoFi- 1m

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas

flexao

 

 

TÚNEL DO CANAL DO CARPO

 

tunellegaldemais tunellinda

 

tunel

Alinhar a mão e o punho em relação ao eixo maior da porção do filme que está sendo exposta. Solicitar ao paciente que hiperestenda o punho(dorsiflexione) o tanto que possa agarrando os dedos com a outra mão com suavidade, porém com firmeza promovendo a hiperextensão do punho, até que o eixo maior dos metacarpos e dos dedos esteja o mais próximo possível da vertical (90° com o antebraço e sem elevar o punho e o antebraço do chassi). Girar a mão interna e o punho em torno de 10º internamente (em direção ao lado do radial) para evitar superposição do psiforme e do hamato.

Raio central:

  • de 25° a 30° com o eixo maior da mão (o ângulo total do raio central em relação ao filme precisa ser aumentado ser o paciente não puder hiperestender o punho ao máximo).
  • Direcionar o raio central para um ponto aproximadamente 3 cm distalmente á base do terceiro metacarpo(centro da palma da mão).

 

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

 

PONTE DO CARPO

 

pontedocarpolinda pontecarpos

 

Com o paciente em pé ou sentado na extremidade da mesa, com o punho e mão sobre o chassi e palma para baixo (pronada)

  • Alinhar a mão e o punho em relação ao eixo maior da porção do filme que está sendo exposta.
  • Solicitar ao paciente que hiperestenda o punho (dorsiflexione) o tanto que possa, agarrando os dedos com a outra mão suavemente, porém com firmeza, promova a hiperextensão do punho até o eixo maior dos metacarpos e dos dedos esteja próximo possível da vertical (90º com o antebraço e sem elevar o punho e o antebraço do chassi)
  • Girar a mão inteira e o punho em torno de 10º internamente ( em direção ao lado radial) para evitar a superposição do psiforme e do hamato.

Raio central:

  • Angular o raio central de 25º a 30º com o eixo maior da mão. ( O ângulo total do RC em relação ao filme precisa ser aumentado se o paciente não puder hiperestender o punho ao máximo como indicado).
  • Direcionar o RC a um ponto aproximadamente 3cm distalmente á base do terceiro metacarpo (centro da palma da mão).

DFoFi- 1m

Video aula maravilhosa sobre incidências de punho

http://www.slideshare.net/rocha1979/rotinas-especficas-nas-incidncias-do-punho-6025474

 

INCIDÊNCIA DE BREWERTON

 

    Fonte: Técnicas Radiográficas - Princípios Radiográficas , Anatomia Básica e Posicionamento
    1ª Edição- 2003  Rubio Editora- Antonio Biasoli Jr. Os dados utilizados, forão autorizados pelo autor.

     

    Essa incidência, utilizada  como complementar no estudo  radiográfico da mão, está indicada  para o estudo da cabeça dos 2º,3º,4º e 5º metacarpais (metacarpianos) nós casos de artrites

     

    POSIÇÃO DO PACIENTE : O paciente deve estar em posição ortostática e de costas para a extremidade  da mesa bucky.

    POSIÇÃO DA MÃO DO PACIENTE : Os 2º,3º,4º e 5º dedos devem estar ligeiramente afastados uns dos outros e posicionados  com a sua superfície superior em contado com o chassi, com a articulação metacarpofalângicas  em flexão de 45º a 65º, essa angulação corresponde á angulação dos metacarpais (metacarpianos) com o chassi e não e não dos metacarpais (metacarpianos) com os dedos. O 1º dedo da mão deve estar estendido, com sua extremidade distal apoiada no chassi.

    RAIOS CENTRAL (RC): Incide com uma angulação aproximada de 15º a 20º em relação ao filme radiográfico na face anterior da 3ª articulação metacarpofalângica

 

Proteção:Colocar escudo de chumbo sobre o colo do paciente para proteger as gônadas.

Figura 14.51-Posicionamento do paciente
para a radiografia na posição de Brewerton.

 

Figura 14.52a- Radiografia de mão na incidência de Brewerton

 

 

 

Figura 14.52b-  Anatomia radiográfica da mão na incidência de Brewerton

1-Base da falange proximal do 2º dedo da mão
2- Base da falange proximal do 3º dedo da mão
3- Base da falange proximal do 4º dedo da mão
4- Base da falange proximal do 5º dedo da mão
5- Cabeça do metacarpal 5
6- Cabeça do metacarpal 4
7- Cabeça do metacarpal 3
8- Cabeça do metacarpal 2
9- Metacarpal 1

 

 

incio