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TÓRAX

ANATOMIA E POSICIONAMENTO

 

 

O tórax é constituído: posteriormente pelas 12 vértebras torácicas, anteriormente pelo osso do esterno, lateralmente por 12 pares de costelas.

As costelas se dirigem para baixo e para frente, e formam um ângulo posterior que diminuir conforme for abaixando a costela, sendo a sétima costela a mais longa. A cabeça das costelas articulam-se posteriormente com as hemifacetas dos corpos vertebrais torácicos numericamente igual. A primeira, a décima, a décima primeira e a décima segunda costelas são atípicas, e articulam-se com apenas um corpo vertebral.

Anteriormente as primeiras sete costelas articulam-se com o esterno através de cartilagens costais, sendo chamadas de costelas verdadeiras. A cartilagem costal da primeira costela esta unida diretamente ao esterno, formando uma sincondrose(União por meio de cartilagem hialina. É a forma temporária de articulação.), enquanto que as outras seis costelas formam articulações sinoviais com o esterno. A oitava, nona e décima costelas articulam-se a cartilagem costal da costela superior, e são chamadas de costelas falsas.

As duas últimas costelas são livres e cobertas por cartilagem costal, e são denominadas costelas flutuantes.

Fonte:http://www.anatomiaonline.com/osteologia/torax.htm

O ESTERNO

 

È um osso plano, chato e impar . Articula-se com a clavícula e com as cartilagens das 7 primeiras costelas. È constituido por 3 partes: manúbio, corpo, processo xifóide.

 

 

 

 

MANÚBIO

Têm o formato de um trapézio.

Possui: Uma face anterior, que também pode ser chamada de face externa, ou face peitoral. Essa face é lisa e levemente convexa.

Uma face posterior que também pode ser chamada de face interna ou pleural. Ela é côncava e lisa. Possui também uma borda superior onde encontramos a Incisura Jugular ou Incisuras jugulares .

Duas bordas laterais, onde cada borda possui uma incisura para articulação da 1ª costela e outra incisura para a articulação da metade da 2º costela.

Uma borda inferior que se articula com o corpo. Essa articulação é chamada de sínfise manúbioesternal e forma um ângulo, o Ângulo esternal ou Ângulo de Louis.

 

 

tórax

 

 

Radiografia de Tórax

PA

 

ptoraxlinda

 

normal

 

FATORES TÉCNICOS DE POSICIONAMENTO

Paciente em posição ortostática, com os pés um pouco afastados, peso igualmente distribuido sobre os dois pés. Queixo elevado, apoiado contra o porta chassis. Mãos sobre a porção inferior dos quadris, com as regiões palmares para fora e cotovelos parcialmente flexionados, ombros rodados pra frente contra o porta filme para permitir que as escapulas se movam lateralmente,"saindo da frente" dos campos pulmonares.

RC perpendicular ao porta chassis e centralizado com o plano mediossagital, ao nível de T7(18 a 20 cm abaixo de vértebra proeminente ou até o ângulo inferior da escápula) Centralizar o chassi com o raio central.

DFofil-1,80cm

Respiração: Inspiração profunda.

Proteção: Avental de chumbo seguro em torno da cintura ou um biombo móvel de chumbo, servindo de escudo para as gônadas.

 

Perfil de Tórax

perfiltoraxperfeita

 

 

perfildetoraxlegal perfiles

Perfil de Tórax

 

Paciente em posição ortostática com o lado esquerdo contra o chassi, a menos que o problema do paciente seja do lado direito, quando deverá ser realizado um perfil direito. Os braços elevados acima da cabeça possibiltam que os braços possam ser retirados dos campos pulmonares e com o queixo elevado. RC direcionado para a região média do tórax, ao nível de T7 ou seja (8 a 10 cm abaixo do nível da incisura jugular).

DFofi de 1,80 cm

Respiração: Inspiração profunda.

Proteção: Avental de chumbo seguro em torno da cintura ou um biombo móvel de chumbo, servindo de escudo para as gônadas.

 

Oblíqua Anterior Direita

a 45º

boa

anterior

Paciente 45º, com a porção anterior do ombro direito contra o chassi para a OAD. Os braços do paciente flexionados o mais próximo possível do chassi, com a mão colocada sobre o quadril, e espalmada pra fora. O braço oposto elevado de modo a não obscurecer os campos pulmonares repousando a mão sobre a cabeça para apoio, mantendo os braços levantados o mais alto possível. Paciente olhando reto á frente, queixo levantado.

Raio Central: direcionado ao nível de T7 (8 a 10 cm abaixo do nível da vértebra proeminente e entre a margem lateral das costelas e da coluna.

Observação: Para as oblíquas anteriores, o lado de interesse geralmente é o lado mais afastado do chassi. Portanto, a OAD visualizará melhor o pulmão esquerdo. Certas posições para exames do coração demandam uma OAE com o aumento na rotação para 60º. Uma rotação menor de 15º a 20° pode ser valiosa para melhor visualizar as várias áreas de ambos os pulmões na investigação de possiveis doenças pulmonares.

DFofi de 1,80 cm

Respiração: Inspiração profunda.

Proteção: Avental de chumbo seguro em torno da cintura ou um biombo móvel de chumbo, servindo de escudo para as gônadas.

 

 

Oblíqua Anterior Esquerda

a 45º

esquerda

 

obliquaanteriore

Paciente na posição ortotástica rodada a 45º, com a porção anterior do ombro esquerdo contra o chassi para a OAE, e a 45º com a porção anterior do ombro direito contra o chassi para a OAD. Os braços do paciente flexionados o mais próximo possível do chassi, com a mão colocada sobre o quadril, e espalmada pra fora. O braço oposto elevado de modo a não obscurecer os campos pulmonares repousando a mão sobre a cabeça para apoio, mantendo os braços levantados o mais alto possível. Paciente olhando reto á frente, queixo levantado.

RC direcionado ao nível de T7 (8 a 10 cm abaixo do nível da vértebra proeminente .

Observação: Para as oblíquas anteriores, o lado de interesse geralmente é o lado mais afastado do chassi. Portanto, a OAD visualizará melhor o pulmão esquerdo. Certas posições para exames do coração demandam uma OAE com o aumento na rotação para 60º. Uma rotação menor de 15º a 20° pode ser valiosa para melhor visualizar as várias áreas de ambos os pulmões na investigação de possiveis doenças pulmonares.

DFofi de 1,80 cm

Respiração: Inspiração profunda.

Proteção: Avental de chumbo seguro em torno da cintura ou um biombo móvel de chumbo, servindo de escudo para as gônadas.

 

 

Oblíqua Posterior Direita

a 45º

 

 

Paciente na posição ortotástica rodada a 45º, com a porção posterior do ombro direito contra o chassi para a OPD. Os braços do paciente flexionados o mais próximo possível do chassi, com a mão colocada sobre o quadril , e espalmada pra fora. O braço oposto elevado de modo a não obscurecer os campos pulmonares repousando a mão sobre a cabeça para apoio, mantendo os braços levantados o mais alto possível. Paciente olhando reto á frente, queixo levantado.

Raio Central: raio central perpendicular ao filme, centrado no meio entre a margem lateral das costelas e a coluna, e 8 a10 cm abaixo da incisura jugular (T7)

Observação: Para as oblíquas posteriores, visualizam melhor o lado mais próximo do chassi. As posições posteriores mostram a mesma anatomia que o seu oposto, as oblíquas anteriores. Assim, a posição OPE corresponde á OAD, e a OPD corresponde á OAE.

DFofi de 1,80 cm

Respiração: Inspiração profundo.

Proteção: Avental de chumbo seguro em torno da cintura ou um biombo móvel de chumbo, servindo de escudo para as gônadas.

 

Oblíqua Posterior Esquerda

a 45º

 

Paciente 45º, com a porção posterior do ombro esquerdo contra o chassi para a OPE. Os braços do paciente flexionados o mais próximo possível do chassi, com a mão colocada sobre o quadril , e espalmada pra fora. O braço oposto elevado de modo a não obscurecer os campos pulmonares, repousando a mão sobre a cabeça para apoio, mantendo os braços levantados o mais alto possível. Paciente olhando reto á frente, queixo levantado.

RC direcionado ao nível de T7 (8 a 10 cm abaixo do nível da vértebra proeminente .

Observação: Para as oblíquas posteriores, visualizam melhor o lado mais próximo do chassi. As posições posteriores mostram a mesma anatomia que o seu oposto , as oblíquas anteriores. Assim, a posição OPE corresponde á OAD, e a OPD corresponde á OAE.

DFofi de 1,80 cm

Respiração: Inspiração profunda.

 

Proteção: Avental de chumbo seguro em torno da cintura ou um biombo móvel de chumbo, servindo de escudo para as gônadas.

 

Incidência Àpico Lordótico

 

 

aapicoo

Paciente de pé cerca de 30cm distante do chassi, de costas, reclinando-se para trás, de modo a encostar os ombros, o pescoço e a região posterior da cabeça contra o chassi .

RC perpendicular ao chassi, centralizado com a porção média do esterno 9 cm abaixo da incisura jugular.

Observação: Caso o paciente não consiga assumir a posição lordótica, obtém-se uma incidência semi-axial AP com o paciente em posição ortostática ou em decúbito dorsal, com o dorso colocado contra a mesa ou o chassi. Os ombros devem ser rodados para a frente e os braços na mesma posição da incidência lordótica.

O RC é direcionado 15° a 20° no sentido cefálico, para a porção média do esterno.

Respiração: Inspiração profunda.

Proteção: Avental de chumbo seguro em torno da cintura ou um biombo móvel de chumbo, servindo de escudo para as gônadas.

radioapico

 

Incidência de Esterno

 

perfilesterno legalesterno

 

Perfil de Esterno

 

 

Oblíqua de Esterno

 

esternoobliqua[sternos

 

 

Respiração: Inspiração profunda.

Proteção: Avental de chumbo seguro em torno da cintura ou um biombo móvel de chumbo, servindo de escudo para as gônadas.

Fonte de informação - http://www.slideshare.net/manualrx/manualrx05-torax-y-abdomen

 

 

incio